O cliente fala o carro, não o código da peça.
"Tenho um Gol G5 2010" — e aí começa a novela. Você abre catálogo, liga pro fornecedor, chuta a aplicação e às vezes vende a peça errada. Cliente volta puto, peça volta pra prateleira. Você perde venda por não achar rápido o que tem na loja.